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Diretivas de Segurança em Carreatas

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Diretivas a serem adotadas sempre que houver carreatas organizadas pelo clube:

Definições:
- Carreata: passeio de carros pelo mesmo itinerário em vias públicas.
- Público: indivíduo alheio ao clube que participa do trânsito, seja pedestre, ciclista, motorista ou qualquer outro.

Precauções:
Numa carreata, costumam acontecer algumas das seguintes situações:

- Nem todos os integrantes conhecem o itinerário, necessitando de orientação dos demais.
- Os integrantes que não conhecem o itinerário tendem a se aproximar muito do carro à sua frente para não se desgarrar da carreata.
- Os motoristas costumam dirigir desatentos, dada a velocidade.

Diretivas:
1 - A carreata não deve infringir quaisquer normas de trânsito, exceto quando autorizado por autoridade pública competente.

2 - Trafegar com as lanternas acesas, mesmo durante o dia, sinalizando para o público que se trata de uma carreata.

3 - Trafegar sempre dentro do limite de velocidade permitido para a via. Em vias urbanas, preferir o limite mínimo de velocidade. A saber: pelo código nacional de trânsito, o limite mínimo é a metade do limite máximo.

4 - Trafegar sempre mantendo distância segura do veículo à frente. A distância deve ser suficiente para a frenagem segura, bem como para não prejudicar o tráfego do público, permitindo a ele “furar” a carreata para as trocas de pista, conversões e estacionamentos.

5 - Cada veículo é guia do que vem logo atrás, devendo sempre se atentar para prover condições de ser seguido.

6 - Ao notar que o veículo de trás foi obrigado a fazer alguma parada, este deve parar também e sinalizar para o veículo à sua frente. Deverá ser evitada a parada que ofereça algum risco de segurança ou que possa ser classificada como infração de trânsito.

7 - O veículo que pára na carreata por qualquer motivo, deve fazê-lo sinalizando com o pista-alerta e avisando ao veículo à sua frente com piscadas do farol alto e/ou com sinais manuais.

8 - Nas paradas, a carreata deve se manter compacta, ou seja, sem “buracos”, exceto quando estes forem necessários para permitir os acessos do público a estacionamentos, a vias auxiliares, etc.

9 - Em rodovias, sempre que algum integrante da carreata parar no acostamento, os demais deverão passar por ele, evitando frenegens bruscas, parando a frente.

10 - Sempre que um carro se juntar à carreata, deverá fazê-lo no fim da fila, exceto quando outra posição for oferecida por algum dos integrantes da carreata.

11 - Sempre que necessário, recorrer aos sinais manuais para sinalizar manobras.

12 - É extremamente recomendável que o itinerário da carreata seja planejado com antecedência e divulgado para todos os integrantes.

13- O COBH adotará CARRO GUIA (primeirto da fila..orientador) e CARRO MADRINHA ( último da fila responsável para que nehum carro fique perdido ou para trás).

 

Clube Opala BH

 

Última atualização ( sáb, 01 de março de 2008 20:34 )  
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Notícias Rápidas

Como funciona os radares em geral

A identificação da velocidade dos veículos monitorados pela Lombada Eletrônica ocorre através de detecção por dois sensores do tipo laço magnético,(aquelas fitinhas escuras no asfalto) instalados na pista no sentido do tráfego, com uma distância de 4m entre eles. Quando os laços são acionados pela presença do veículo, um microprocessador recebe os sinais elétricos e calcula a sua velocidade.

Os Magnéticos:

Todo veículo possui uma massa magnética dependendo do volume de metal. Dessa forma, a perturbação no fluxo magnético, gerada ao passar sobre os laços indutivos, permite registrar a variação magnética do veículo em cada laço, gerando dois perfis. Da correlação entre eles obtém-se o tempo para calcular a velocidade.